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POSTAIS DE NATAL DA UNICEF
FINANCIAM ABORTO PROVOCADOS
A plataforma de participação cívica
espanhola HazteOir.org (www.haztoir.org)
lançou uma grande campanha para que não se comprem os postais de Natal
do Fundo para a Infância da ONU (UNICEF), que utilizam parte das
receitas para financiar acções que atentam contra o direito à vida e a
dignidade das pessoas.
Esta organização procura gerar
a consciência entre os cidadãos de que uma percentagem dos benefícios
que se obtêm com a venda dos postais destinam-se a acções abortivas, à
edição de livros destinados a crianças que informam sobre educação
sexual sobre o ponto de vista hedonística, ou promovem campanhas de
esterilização entre mulheres jovens.
Esta campanha serve para chamar a atenção
dos responsáveis comerciais dos estabelecimentos que vendem os postais -
alguns deles com peças de renomeados artistas de arte religiosa e cristã
como o Beato Angélico e Rafael - explicando o dano que fazem com a sua
venda.
A iniciativa cívica
permite aos interessados enviar cartas à UNICEF, fazendo-lhes saber a
intenção em não adquirir os seus postais de Natal, e às entidades
bancárias, correios e centros comerciais que colaboram com a ONU na
distribuição destes postais, para que o deixem de fazer.
Organizações
comprometidas com a defesa e promoção da vida e dignidade humana
exemplificaram como amostra da acção anti-vida da UNICEF a realizada na
Venezuela, onde se distribuem entre as crianças e jovens nas escolas
públicas e privadas "notas de educação sexual hedonística que induzem à
experimentação, à actividade sexual e ao uso dos preservativos e
anticonceptivos desde os 10 anos de idade". Também é referido que essas
notas "promovem a masturbação e a possibilidade da eleição da identidade
sexual".
Também se aponta o caso
de El Salvador, onde a UNICEF junto da Agência de Ajuda Internacional dos
Estados Unidos (USAID), distribuíram textos anexos às ajudas económicas
quando ocorreram os terramotos de 2001. Os textos apelam à "depravação
sexual das crianças antes da puberdade", para que com naturalidade passem
a usar preservativos e anticonceptivos promovendo o "sexo seguro".
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