Ftima 100 v2

Centenário das Aparições da Virgem de Fátima - Papa Francisco em Fátima em 12 e 13 de maio

Uma Mensagem de Paz, Humanidade, e Vida, para o Mundo inteiro!

“A destruição da vida – do aborto à eutanásia - é a destruição do Homem. Como diz o Papa Francisco, é contra a ecologia, é criar vidas descartáveis, é um retrocesso civilizacional”

Isilda Pegado
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

Eutansia manifmaio

A morte das crianças não nascidas, já abriu uma ferida e terrível precedente. Agora são os doentes terminais. E amanhã quem será? Os reformados, com a justificação de que não há dinheiro para reformas?

Intervenções de:

Sofia Guedes – Stop Eutanásia

Cláudio Anaia - PS, autarca, Barreiro/Setúbal  

António Calaim - Pastor da Igreja Evangélica 

Margarida Neto - Psiquiatra 

Pedro Vaz Patto - Juiz

Pedro Borges de Lemos - CDS-PP 

José Maria Seabra Duque - Federação Portuguesa pela Vida 

João Nuno de Pina Pedro - Padre da Igreja Católica

No início da Quaresma, percebi que a Eutanásia mais do que um atentado à vida humana, constitui mais um passo para a alteração de valores fundamentais. De facto, um Estado civilizado não pode decidir quem pode viver e quem pode ser morto (desgraçadamente já o podem fazer às crianças até às dez semanas, no ventre materno). Agora, pretende-se a morte dos doentes terminais, numa situação física, psíquica e espiritual de grande fragilidade. Ora, a legalização da Eutanásia irá subverter o conceito de Estado de direito, porque um Estado tem que defender todos os cidadãos, sobretudos os mais fracos, indefesos e vulneráveis; bem como irá subverter o conceito da Medicina, que igualmente deveria promover e defender a vida humana em todas as suas etapas.

A morte das crianças não nascidas, já abriu uma ferida e terrível precedente. Agora são os doentes terminais. E amanhã quem será? Os reformados, com a justificação de que não há dinheiro para reformas?..

Qual a diferença entre um regime político que mandou para as câmaras de gás judeus, deficientes, doentes, cristãos… e um Estado, dito democrático, que permite que doentes terminais sejam mortos com uma injeção letal?

Estamos perante uma situação muito grave, porque se trata de implantar a ditadura do Estado e um clima de terror. Com efeito, é o Estado, por meio do Governo, que se assume no direito de decidir quem pode viver ou quem pode ser morto nas suas fronteiras. É um voltar a uma sociedade da barbárie, da crueldade e da lei da selva, em que o mais forte vence o mais fraco. 

 

Pe. João Pedro

 

Leiria

 

Abril 2017