y Stop Eutansia 2

Alguns posts recentes do movimento Stop Eutanásia! no seu blogue: 

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https://stopeutanasia.blogspot.pt/

Serviço de informação multidisciplinar criado por cidadãos para divulgar as diversas escolhas e caminhos alternativos à eutanásia e ao chamado “suicídio assistido”. Promovendo a cultura do respeito pelos mais vulneráveis.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

STOP eutanásia entrega Carta Aberta dos Profissionais de Saúde na Assembleia da Republica

O Movimento Cívico STOP eutanásia entregou, ontem, na Comissão dos Assuntos Constitucionais, Liberdades, Direitos e Garantias a Carta Aberta dos Profissionais de Saúde, dirigida aos deputados pela não legalização da eutanásia em Portugal. Subscreveram o documento cerca de 200 subscritores.

Os profissionais sublinham que “a prática médica do dia-a-dia” lhes ensina “que o desejo mais profundo de cada pessoa é viver” e que o dever dos médicos “é garantir todas as terapias disponíveis e proporcionadas, com respeito pela autonomia e vontade do doente, evitando-se obstinações terapêuticas que prolonguem artificialmente a sua vida”.

Defendendo que não se pode “induzir os médicos a violar o Código Deontológico”, referem que se deve “lutar por proporcionar todos os meios necessários para se cuidar e tratar dos mais idosos, dos doentes oncológicos, dos doentes crónicos, dos portadores de deficiência e dos doentes neurodegenerativos”. Pedem, então, que sejam facultados os meios e recursos para os doentes graves e terminais, de modo a que a “eutanásia não tenha que ser proclamada” como um “direito”.

Publicada por STOP eutanásia à(s) 06:21

 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

STOP eutanásia participa em sessão de esclarecimento na Paróquia de São Lourenço, na Luz, dia 9 de Fevereiro, às 21.15 horas

Publicada por STOP eutanásia à(s) 09:50 https://resources.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos toma posição sobre as últimas declarações públicas do Eutanásia e Suicídio Medicamente Assistido

 
 

O ex-diretor geral de Saúde Francisco George defendeu, no sábado, que a despenalização da morte assistida tem de ser aprovada em nome do "interesse público”, alertando para o prolongamento artificial da vida em hospitais, sobretudo no setor privado. Estas declarações foram proferidas na conferência “Despenalizar a morte assistida: tolerância e livre decisão", organizada pelo BE e na qual o partido apresentou o seu projeto-lei. Sob o pretexto da “tolerância e livre decisão”, os corpos gerentes da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, consideram que:

1- Se reconhece a APCP como entidade que, desde o inicio deste debate, se tem pautado pela moderação e responsabilidade nas suas intervenções públicas;

2- A APCP, instituição representante de profissionais em Cuidados Paliativos e firme defensora dos Doentes, Famílias e Cuidadores, não pode compactuar com declarações que, de forma mais ou menos deliberada, promovam equívocos que enviesem o debate atual;

3- A argumentação pró legalização da eutanásia / suicídio assistido, ainda que aceitável no livre exercício da opinião de cada um não deve nunca ser utilizada como solução contra as práticas médicas e assistenciais inadequadas, artificiais e erradas no fim de vida, tal como a distanásia, contrárias aos princípios da medicina e ao interesse da pessoa assistida;

4- A confusão entre estes dois procedimentos, por tantas vezes ser usada, parece propositada: uma coisa é executar a morte de um doente a pedido (eutanásia), outra é admitir que a sustentação artificial da vida não se deve prolongar (ortotanásia), deixando que sobrevenha a morte natural a alguém;

5- É igualmente grave confundir a morte medicamente assistida e a verdadeira assistência médica para atenuar o sofrimento, realizada por profissionais tecnicamente habilitados. Está a primeira em clara colisão com as leis deontológicas da medicina em Portugal, assim como do ato médico; 

6- É de todo o interesse público que as suspeitas levantadas pelos intervenientes - responsáveis por instituições de alta relevância social e administradores por inerência de unidades hospitalares privadas – sejam investigadas e corrigidas por quem de direito.

Publicada por STOP eutanásia à(s) 04:57

 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

 

Artigo de Opinião Eutanásia, por Luís Cabral

Na sequência do artigo sobre Eutanásia, publicado no site da Radio Renascença no dia 29 de Dezembro de 2017, publicamos o artigo Eutanásia ( continuação) por  *Luís Cabral do dia 26 de Janeiro, no mesmo site. A propósito da falta de honestidade e seriedade politica numa lei que não tem barreiras. 

"Para além das questões de princípio (que são complicadas), há também as questões de política. Neste sentido, é interessante considerar a experiência de outros países europeus. Concretamente, a Lei da Eutanásia foi aprovada na Bélgica em 2002; e desde então a Holanda e a Suíça aprovaram também as suas leis. Que conclusões podemos tirar da experiência destes países? Como seria de esperar — como seria inevitável, poderíamos dizer — aconteceram vários casos problemáticos. Por exemplo, um médico na Bélgica terá dado uma injecção letal a um homem a pedido da família, mas sem o pedido expresso do mesmo. Ora isto é uma clara violação da lei que regula a eutanásia — e uma clara violação do direito à vida. Para além de questões de princípio, casos como este (que não são casos isolados) dão razão a um dos argumentos contra a eutanásia: o perigo do "terreno escorregadiço": começa-se com uma coisa e acaba-se noutra bem diferente do que se tinha pensado inicialmente. Os defensores da eutanásia argumentam que é tudo uma questão de regulação. No caso concreto da Bélgica, foi criada uma comissão de fiscalização que recebe queixas sobre práticas que violam a lei. O problema é que o controle é apenas feito a posteriori. Isto pode ser suficiente para muitos outros segmentos da vida social e económica, mas tratando-se da eutanásia não é possível voltar atrás, proibir X quando X é um fait accompli." *Luis Cabral,  Professor Economics and International Business na New York University e na Universidade de Navarra.

Publicada por STOP eutanásia à(s) 04:37

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Opinião de Sofia Guedes - resposta ao sociólogo Moisés Espírito Santo sobre suicídio e eutanásia

Pegando no artigo de Luís Cabral, sobre eutanásia, publicado na site da Radio Renascença, no dia 29 de Dezembro de 2017, que comenta as infelizes e graves afirmações de Moisés Espírito Santo (um nome no mínimo curioso, certamente deve ter tido uns pais profundamente religiosos), gostava de alertar todos os portugueses para a falta de seriedade, de respeito e de ética para com a maioria do povo, para estas afirmações que põem agora a sua vida em causa.

A ligeireza com que Moisés, sociólogo, afirma que o suicídio é um direito individual uma questão de autonomia e liberdade, e por isso a sociedade (todos nós) temos que apoiar legalizando a eutanásia, é um atentado à nossa segurança! Não tenhamos dúvidas, no dia em que a eutanásia for legalizada, todos nós, repito todos nós, estaremos à mercê de gente que pensa como este senhor. Tenho esperança que o Espírito Santo e o profeta Moisés, intercedam por ele e por todos os responsáveis e decisores e os façam meditar na gravidade de tais afirmações. E este, que não se aproveite do seu deturpado conhecimento de religiões para influenciar a opinião pública.

(Nota: será que o povo conhece a história de quem foi o verdadeiro Moisés? Tal como alguém conhece quem foi o verdadeiro Sócrates?)

Sofia Guedes, fundadora do STOPeutanasia